Buenas, vamos recomeçar, aqui quem pensa, fala e descreve é uma vontade de estar perto. Saudações iluminadas e amarelas, estamos começando mais um ciclo do Morro e da Bandinha que continua sendo DI(abólica),DÁ(divosa),DÓ(lorasamentecomamorpravocê).
Depois de muito tempo volto a dar um ângulo único e quase preciso,pois é meu sentido que faz essa revelação do que vejo nos olhos das pessoas que cativamos ou até afastamos por as vezes sermos muito intensos na intenção de simplesmente estar presente, ser um palhaço. Apenas dividimos nossos momentos de extase, realização e entusiasmo, que gera essa troca levando ao rito que propomos feito festa cigana e várias outras manifestações , tiramos uma febre junto ao público bem no ínicio do show e depois deixamos juntos fluir ao natural.
A novidade que já é passada a limpo, o colorido do preto e branco com uma pontinha de vermelho no nariz, o que nos remete a esta arte que de tempos em tempos nunca vai morrer e nunca vai sumir, me arrisco e afirmo isso do "nunca" porque sempre vai ter um brincalhão, um triste, um Teimoso ou um grande assustador, mas que na verdade é um Docinho prontos para um pouco de alegria nessa caminhada, artistas ousados e apaixonados pelo que fazem e é por isso que estamos aqui.
Bom nesse tempo sem registrar nada fizemos alguns bons shows dividindo palco com grandes amigos e outros experimentos que sempre acabam Di Dá Dó, sabe? Foi como nunca tinha sido. Os espetáculos de shows da Bandinha tem sido cada vez mais menos e cada vez menos mais, entende? Posso me atrever a dizer que é circular, de um jeito nosso, que a cada lugar por onde passamos nos apropriamos mais, sutilmente e com muito cuidado desta arte sem perder o foco deste múltiplo público que se expande por idades,e pode acreditar tem sempre pessoas que se soltam e ficam a vontade para soltar os bixinhos pra fora, se livrar das cascas que adquirimos a cada suspiro apertado.
Saudações HOrizOntais!
O "Grito" da Ilha em meio ao Cardume ( Boto Fé! )
Bom, nossa passagem pela Ilha foi ótima. A estadia solidária ofercido pelos I.B do jazz que tem por sobrenome Costa Pereira de Santiago foi sensacional, dois grandes anfitriões, fora todas outras pessoas deste coletivo que tem uma energia ótima.
O que me chamou atenção neste pessoal foi a expressão mais usada à cada fim de frase ou pensamento pelos amigos da Ilha que é "Boto Fé", é mais ou menos como se fosse "pode crer" em Porto Alegre.
Nosso show foi quente e energético, rolou muita emoção, a banda que abriu a noite foram "os Eskrotes" que era da casa,ótima banda, uma verdadeira viajem sonora, um big "Powertrio" com teclados, baixo e bateria, figuraças! Logo vinha uma banda de Pernambuco chamada Joseph Tourton, uma rapaziada nova de idade mas com personalidade em palco, não tivemos muito acesso e troca com esse povo mas "BOTO FÉ!".
Logo que o show acabou não acabou, a galera queria mais e até rolou uma rodinha de "POGOCLOWN"( expressão inventada agora ), só na alegria e descontração.
Depois trocamos idéias e saudamos nossos amigos que já cultivamos por aí, um deles era nosso irmão Cachopa e o casal do fuquinha 69 que se largou na estrada ao encontro desta grande noite com a Bandinha e amigos.
Com as energias quase acabando, eu disse quase, rumamos para a casa dos I.B do jazz e fizemos uns improvisos, Julia Abertoni e Thomas nos pianos foi demais!
Sem dormir o Teimoso e eu chegamos em Poa e fizemos em churrasco que foi de chorar de fora...lá NaKasa, lugar onde estão rolando os ensaios da Bandinha para seu primeiro disco. No mais, Saudações Horizontais!!!!!!!
O que me chamou atenção neste pessoal foi a expressão mais usada à cada fim de frase ou pensamento pelos amigos da Ilha que é "Boto Fé", é mais ou menos como se fosse "pode crer" em Porto Alegre.
Nosso show foi quente e energético, rolou muita emoção, a banda que abriu a noite foram "os Eskrotes" que era da casa,ótima banda, uma verdadeira viajem sonora, um big "Powertrio" com teclados, baixo e bateria, figuraças! Logo vinha uma banda de Pernambuco chamada Joseph Tourton, uma rapaziada nova de idade mas com personalidade em palco, não tivemos muito acesso e troca com esse povo mas "BOTO FÉ!".
Logo que o show acabou não acabou, a galera queria mais e até rolou uma rodinha de "POGOCLOWN"( expressão inventada agora ), só na alegria e descontração.
Depois trocamos idéias e saudamos nossos amigos que já cultivamos por aí, um deles era nosso irmão Cachopa e o casal do fuquinha 69 que se largou na estrada ao encontro desta grande noite com a Bandinha e amigos.
Com as energias quase acabando, eu disse quase, rumamos para a casa dos I.B do jazz e fizemos uns improvisos, Julia Abertoni e Thomas nos pianos foi demais!
Sem dormir o Teimoso e eu chegamos em Poa e fizemos em churrasco que foi de chorar de fora...lá NaKasa, lugar onde estão rolando os ensaios da Bandinha para seu primeiro disco. No mais, Saudações Horizontais!!!!!!!
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