Bom dia! Diz o dia que amarela, ilumina nossos sentidos e traduz o que nos eleva.
Levantei e de café da manhã ganhei um chimarrão do PLÁ, sim, aquele violeiro barbudo de roupas feitas à mão com escritas de pessoas que por onde ele passa deixam registros de sentimentos, saudações ou apenas loucuras. Conheci ele no festival Psicodália e nunca imaginei que um dia ele estaria hospedado em minha casa, é uma figura massa, uma pessoa realmente do bem.
Logo após este começo de dia formidável, recebo uma ligação de ZÉ DOcinhO que me espera em sua fiel máquina das estradas, nossa querida VAN MB com o amigo GERSON SILVA, nosso fotógrafo parceiro e grande assador de um bom churrasco, que nesta viagem nos acompanha em mais um grande passo para estes artistas palhaços “rumo á ilha”, É Di DÁ DÓ!!!!!!! Ah! Mas para embarcarmos e pegar de fato a estrada ainda fomos até a NAKASA para pegar nosso querido TEIMOSO e no bom DIDÁDODÊS ENXUFLAR alguns equipos para realizar se o grande espírito de STRAPOLOWYSK permitir, um grande show de espetáculo.
Nosso primeiro capítulo, digamos assim, nesta linda Sta Catarina foi no GRITO ROCK, no começo deste ano, tocamos no CéLULA, com produção dos queridos peixinhos e peixinhas do Coletivo
CARDUME que nos recepcionou espetacularmente, nessa ocasião ficamos na casa do Diogo e Thomas, os IRMAÕS BROTHERS do jazz, hoje, tod@s nossos amigos nessa estrada da vida incandescente que guarda muita coisa que nunca vamos desvendar ou já desvendamos. O INVISÍVEL!
Desta vez, entramos estrada a dentro ao encontro do nosso Gran Maestrin P. COTOCO, o HOMEM-BANDA, MauroLauroPaulo ou nos documentos, Mauro Bruzza.
Sim, o HOMEM-BANDA está sendo o mestre de Cerimônias do RI CATARINA, primeiro festival internacional de palhaços, onde vamos com jeitinho chegar e dia 12, sábado, faremos nosso Gran Show, festival este que está sendo realizado em obviamente, Floripa-SC. É para estes lados que nos enveredamos nesse momento onde o “diabão” com céu limpo deixa a estrada clara e inspiradora. Mas hoje, quarta-feira, 9 de novembro de 2011 vamos tocar num lugarzinho que particularmente tive uma história bem doida lá, em fevereiro de 2008, meu amigo Lu Mineiro e eu estávamos passando chapéu pela cidade, mas justamente neste dia o chapéu foi ruim, pra não dizer péssimo. Então pensamos, bom vamos conhecer algum lugar neste centro que pouco conhecíamos, foi aí que encontramos esse lugarzinho simpático chamado Taliesyn, pelo que lembro, é um clima com mesas de madeira que lembra o velho Garagem Hermética, sinto que tocar com a Bandinha hoje nesse lugar vai ser desafiador e calor.
Agora, 12:30, ao som de Mano Chao seguimos enquanto a bateria não acaba, estou de copiloto neste momento, enquanto, Gerson e Teimoso dormem lá atrás. Logo vamos fazer a terceira parada para nosso motorista Zé Docinho revesar com Gerson...o assador fotógrafo.
Foi nessa hora da terceira parada que desfrutamos da melhor parte da viajem, um banho na ENSEADA DO BRITO, natureza repleta de beleza e paz, piscinas naturais com água clara e revitalizadora, foi ótimo, renovamos e voltamos com tudo para a estrada, agora faltava pouco para chegarmos de fato na ilha.
Momentos do Morro
O vocalista em Ação Direta dá de presente uma camiseta vermelha ao pensador Morrostock que veste amarelo em um dia amarelo onde até a água ficou escassa para não dizer que acabou, e a situação se mostra periclitante. Noite de emoções à flor da pele onde a história do punk rock brasileiro do mundo sentava-se à mesa, relato de quem vivência e também faz parte disso, meu grande amigo Homero T.S.F.
Foi em um grande intervalo entre a extensa e interrupta bateria ousada de mais de...não sei ao certo o número de bandas e muito menos consegui em nenhum momento registrar os nomes ou sequências das bandas que tocaram e fizeram parte de mais esse pedaço de história deste festival feito por mãos parceiras e cooperativas desenvolvendo um outro conceito, se é que existe, de coletivo, pois para existir um grupo precisa-se de pessoas que estejam ao menos atentas e disponíveis para assumir funções que muitas vezes nem são suas, pois para que haja liderança é preciso ser autor, e para ser um líder, servir.
Foi nesse espaço de tempo que Condutores de Cadáveres depois de uma chegada com a recepção da Polícia que fazia uma Blitz na estrada que dá acesso ao bar guinchando mais de 50 carros que esses velhos experientes se disponibilizaram a fazer no segundo dia de peso mais um show deixando o público emocionado e cheio de energia, eram moicanos, metais e tatuagens sem diferenças, e olha que todos anos é a mesma ladainha de que os punks vão se pegar e rixas estariam prometidas. Nada disso aconteceu e mais uma vez chegamos com tudo dando de coturno na porta com Olho Seco que nos leva a mais um MorroStock.
Foi em um grande intervalo entre a extensa e interrupta bateria ousada de mais de...não sei ao certo o número de bandas e muito menos consegui em nenhum momento registrar os nomes ou sequências das bandas que tocaram e fizeram parte de mais esse pedaço de história deste festival feito por mãos parceiras e cooperativas desenvolvendo um outro conceito, se é que existe, de coletivo, pois para existir um grupo precisa-se de pessoas que estejam ao menos atentas e disponíveis para assumir funções que muitas vezes nem são suas, pois para que haja liderança é preciso ser autor, e para ser um líder, servir.
Foi nesse espaço de tempo que Condutores de Cadáveres depois de uma chegada com a recepção da Polícia que fazia uma Blitz na estrada que dá acesso ao bar guinchando mais de 50 carros que esses velhos experientes se disponibilizaram a fazer no segundo dia de peso mais um show deixando o público emocionado e cheio de energia, eram moicanos, metais e tatuagens sem diferenças, e olha que todos anos é a mesma ladainha de que os punks vão se pegar e rixas estariam prometidas. Nada disso aconteceu e mais uma vez chegamos com tudo dando de coturno na porta com Olho Seco que nos leva a mais um MorroStock.
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